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GESTANTES

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Esta é uma nova abordagem da Odontopediatria por meio da qual podemos atuar nas causas dos problemas bucais em estágios mais precoces, ou seja, antes mesmo do bebê nascer.

Antes, preconizava-se a 1ª visita no dentista por volta dos 2 a 3 anos, quando todos os dentinhos de leite já estavam na boca.

Com a Odontologia para bebês houve um grande passo e a 1ª visita acontecia quando da erupção dos primeiros dentes.

Com a Odontologia Intra-uterina se vai mais além, trabalhando com a mãe a prevenção (amamentação, hábitos, limpeza da boca e dos dentes do bebê, erupção dos dentes, flúor, etc.).

Este atendimento odontológico à gestante consiste de:

  1. Descontaminação bucal com substâncias antimicrobianas.
  2. Aconselhamento dietético para a saúde bucal materna/infantil
  3. Aplicações de flúor de acordo com as necessidades individuais.
  4. Remoção de irritantes locais como restaurações com excesso que possam estar agredindo a gengiva.
  5. Educação para a saúde a partir da realidade individual da gestante.
  6. Intervenções clínicas quando necessárias (e de comum acordo com o ginecologista).

A futura mamãe deve ser ensinada a cuidar dos dentes do seu futuro bebê, para evitar que eles tenham cáries.

Os dentistas atingiriam, certamente, um sucesso bem maior, em relação a prevenção, se ginecologistas, obstetras e pediatras cobrassem de suas pacientes essa visita ao consultório odontológico, para receberem informações de prevenção.

Essa união da classe médica e odontológica é muito importante para o sucesso da prevenção. Antes de tudo, ela própria precisa ter saúde. O nível de saúde bucal da mãe tem relação com a saúde bucal da criança. Os pais, particularmente a mãe determinam muito o comportamento que os filhos adotarão. Hábitos saudáveis são fundamentais como, por exemplo, hábitos de limpeza bucal e de alimentação equilibrada. Uma boa alimentação significa também evitar a freqüência de produtos açucarados. O açúcar natural dos alimentos é suficiente para a saúde da gestante e o desenvolvimento do bebê.

Não. A gravidez não é responsável pelo aparecimento de cárie e nem pela perda de minerais dos dentes da mãe para formar as estruturas calcificadas do bebê. O aumento da atividade cariogênica está relacionado com alterações da dieta e presença de placa bacteriana pela limpeza inadequada dos dentes.

Embora sua saliva possa estar mais ácida durante a gravidez, o verdadeiro problema está na alimentação rica em açúcar e na higiene bucal incorreta ou descuidada, que não remove corretamente a placa bacteriana.

Não. A gravidez também não causa inflamação na gengiva. O sangramento é sinal de que a gengiva está inflamada (gengivite) devido à placa bacteriana que não foi removida completamente.

A gengivite piora na gravidez, pois os hormônios dessa fase aumentam a inflamação. Apesar de haver uma maior vascularização do periodonto, a gravidez só afeta áreas inflamadas e não, a gengiva sadia. Procure orientação do dentista para corrigir sua higiene bucal.

Mais uma vez: é a presença da placa bacteriana que causa a gengivite.

Sim. Dever ficar muito bem claro que esses procedimentos são relativamente novos, não suficientemente testados e só devem ser empregados em casos absolutamente necessários, com total conhecimento de todos os riscos e custos pelo do paciente.

Sim. O ideal é realizar o tratamento odontológico antes da gravidez. Porém, desde o inicio da gestação, você deve procurar o dentista para orientação preventiva. Caso seja necessário o tratamento, ele deve ser realizado, pois as infecções e cáries não tratadas podem prejudicar sua saúde e a de seu bebê. A melhor época para o tratamento dentário é entre o 4° e o 6° mês de gravidez.

Certas características do tratamento dentário podem causar um risco para a paciente grávida. Mas todos esses riscos podem ser eliminados por sistemas eficientes de monitoramento, equipamento atualizado e o uso de orientações aceitáveis.

É certo que o profissional deve estar ciente dos cuidados extras com a paciente grávida. Anestesia, uso de medicamentos, radiografias deverão sempre considerar a relação custo/beneficio e discutidas com o ginecologista.

Deve-se respeitar também os períodos da gestação para tratamento, elegendo (sempre que possível) o 2° trimestre para intervenções, onde é menor o risco de aborto ou de parto prematuro e quando a mulher está mais disposta.

No entanto, independente do período de gestação ou do estado de saúde da gestante, são importantes as consultas ao dentista para prevenção (ao menos uma por trimestre).

Nessas consultas a futura mamãe receberá informações importantes de como ajudar seu filho a pertencer à GERAÇÃO ZERO CÁRIE.

O seu dentista decidirá se as radiografias são indispensáveis e a melhor época para realizá-las. Alguns fatores garantem sua segurança: a quantidade e o tempo de radiação são pequenos. Os raios estão normalmente dirigidos à boca, distantes da barriga. No primeiro trimestre (período da embriogênese), as radiografias devem ser evitadas. Atenção: no caso de tomadas radiográficas serem imprescindíveis, o avental de chumbo deverá ser utilizado em qualquer fase gestacional.

Sim. Existem anestésicos mais adequados às gestantes. Não existe risco desde que o cientista conheça o efeito dos anestésicos e as alterações que ocorrem durante a gravidez. As gestantes podem apresentar uma elevação da pressão arterial e isso deve ser levado em conta.

O dentista, juntamente com o ginecologista, deverá escolher o anestésico apropriado. Outros medicamentos só são usados se forem bastante seguros. Nesta situação, seu dentista deverá sempre consultar seu obstetra.

Não. A formação do esqueleto e dos dentes do bebê necessita de cálcio que é suprido por sua alimentação e suas reservas de cálcio, mas não pelos seus dentes. Consulte seu obstetra para orientar-se sobre as melhores fontes de cálcio para sua alimentação e assim garantir uma boa estrutura dental e óssea para seu filho.
Dentes de leite começam a se desenvolver, junto com o seu bebê. Os "dentes de leite" começam a se formar a partir da 6 semana e os dentes permanentes, a partir do 5° mês de vida intra-uterina. Se durante a gravidez você apresentar algum problema de saúde, isso poderá afetar a estrutura de alguns dentes que estão, se desenvolvendo naquele momento. Quando o seu bebê nascer, os dentes de leite que aparecerão até os 3 anos de idade, já estarão formados dentro dos ossos da boca (maxilares e mandíbulas) da Odontologia Intra-Uterina.
  1. Gravidez não é doença: não culpe a gravidez pelo dente perdido;
  2. Cuide de sua boca visitando o dentista regularmente;
  3. A prevenção deve começar antes da gravidez;
  4. A gestante evita cárie comendo menos doce entre as refeições;
  5. A criança aprende a gostar de açúcar antes do nascimento. Assim, além de prejudicar os dentes da gestante, o açúcar pode prejudicar os dentes do bebê que vai nascer;
  6. Não esquecer de escovar os dentes todos os dias, principalmente antes de dormir;
  7. Mãe com boca sadia - filho saudável;
  8. Gengiva muito vermelha ou sangrando, é sinal de alerta;
  9. Boca saudável - hálito agradável;
  10. Faça um ato de amor pelo seu filho, cuide·de seus dentes.
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