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ALIMENTAÇÃO E SAÚDE ORAL

As bactérias da boca lhe causam a cárie, utilizam o açúcar da alimentação e formam ácidos que atacam os dentes. Assim, evitando o açúcar você estará prevenindo a cárie no seu bebê.
 
Não, Também é necessário diminuir o número de vezes em que ele é ingerido. Assim, torna-se importante ficar satisfeito nas refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) para se evitar o hábito de "beliscar", entre as mesmas, alimentos açucarados.
Nunca adoce a mamadeira, água, chá ou sucos. Mel e açúcar mascavo também provocam a cárie. Ao iniciar a alimentação sólida acostume seu filho com sabores naturais, não adocicados. Evite produtos industrializados. A maioria contém açúcar na sua composição porque ele é excelente conservante. Não adoce nem a chupeta! Corta o choro, no entanto, pode significar muitas cáries no futuro. Lembre-se: O bebê não conhece o açúcar e não sentirá falta dele.
Introduza outra dieta variada e nutritiva, acostumando a criança aos sabores naturais dos alimentos, evitando ao máximo, a utilização de adoçantes (açúcar, mel, açúcar mascavo, etc). Ofereça alimentos consistentes (frutas, verduras e legumes, etc.) para estimularem o desenvolvimento ósseo dos arcos e a salivação que é uma defesa natural da boca.

Consulte o seu dentista.

As mudanças nos hábitos alimentares, com a substituição crescente das tradicionais refeições por “fast food", não só fizeram explodir a obesidade no país, como aumentar os riscos de cáries dentárias.

O brasileiro necessita de orientação em relação ao consumo de açúcar. A OMS recomenda um consumo de 40g./dia, enquanto que a média de consumo do brasileiro gira em torno de 150g./dia de açúcar.

Sim. Ela ajuda na limpeza. Limpa os dentes, por atrito, "raspando" a placa bacteriana das suas superfícies e estimula a salivação. A saliva também ajuda a "lavar" os dentes.

São aqueles que aderem nos dentes e se mantém por longo tempo neles "agarrados". O pé de moleque, o quebra-queixo, caramelos e outros. No entanto, as balas, por serem mais consumidas em quantidade são grandes inimigas dos dentes.

Não. Os alimentos que penetram entre os dentes comprimem a gengiva e provocando a sua inflamação. Quando isso acontecer, procure imediatamente um cirurgião-dentista. Os dentes necessitam de um ponto de contato entre eles que impeça a penetração e o acúmulo dos alimentos.

Sim. Evite ingerir alimento muito quente, após ingerir alimento muito frio, ou vice-versa. O choque térmico pode ocasionar rachaduras no esmalte dentário e danos à polpa ("nervo') dos dentes.

Não. Após 6 meses de idade, a mamadeira deve ser eliminada pois é uma das causas de cárie. Pelo menos, elimine o açúcar da mamadeira ou faça imediatamente a higiene da boca do bebê. A “cárie de mamadeira" deve ser evitada.

A cárie de mamadeira afeta crianças de baixa idade.

É um problema que aparece no mundo inteiro e sempre tem como causa o uso intenso e prolongado de mamadeiras contendo líquidos açucarados.

No aleitamento prolongado na mamadeira, o que acontece é que quando a criança dorme sua secreção salivar diminui muito, o que impede a auto limpeza da boca. O líquido fica banhando os dentes por longos períodos, provocando sua descalcificação.

Há crianças que, têm à sua disposição, quase que o dia todo, as mamadeirinhas ou as "chucas" contendo chás, sucos de frutas ou outros líquidos açucarados que, pelo fato de estarem em contato constante com os dentes, também provocarão sua descalcificação.

De todos os líquidos, o leite bovino puro, é o de menor efeito cariogênico (causador de cárie), pelo fato de conter de açúcar, apenas a lactose (4.5 de lactose), além dos seus outros componentes, é claro.

O uso, frequente de adoçantes na chupeta e na mamadeira, como: açúcar, mel e chocolate, também provocam o aparecimento deste tipo de cárie.

Crianças que dormem pouco ou que dormem mal e são freqüentemente alimentadas várias vezes durante a noite, estão mais predispostas ao aparecimento das cáries.

Se além de tudo isso a criança ainda tem uma higiene oral pobre, o desastre é total. Inicialmente, parece que os dentes da frente do arco superior - os incisivos superiores - começam a se desmanchar. Os dentes se tornam muito frágeis, esburacados e cheios de resíduos.

A medida que o tempo passa e novos dentes vão aparecendo, a cárie vai tomando conta de todos. Apenas os dentes da frente do arco inferior - ou incisivos inferiores - são preservados pela proteção da língua, que impede que os líquidos banhem também estes dentes, quando a criança faz a sucção.

Já nos casos de adoçantes na chupeta, os incisivos inferiores não ficam protegidos.

Se nada for feito até os 4 ou 5 anos, a criança ficará com todos os seus dentes completamente deteriorados.

Com a ajuda dos pediatras, certamente se obtém maior sucesso na campanha de Prevenção da Cárie de Mamadeira. Os pediatras são os primeiros profissionais da área da saúde a terem contato com a criança e com os pais, tendo a oportunidade de melhor orientar aos pais e prevenir o aparecimento da cárie de mamadeira, não deixando as crianças adquirirem os hábitos indesejáveis de alimentação.

Após cada refeição ou mamada, deve ser feita uma completa higienização bucal em seu filho. Você pode utilizar uma fralda umedecida em uma solução preparada à base de uma colher de sopa de água oxigenada de 10 volumes, bem misturada com três colheres de sopa de água fervida ou filtrada. Esfregue delicadamente os dentes e por dentro da boca, inclusive a língua. Esse procedimento evitará o acúmulo de alimentos e a cárie de mamadeira. Se a criança permitir, prossiga direto com a escovação.

Sim. O café consumido continuamente durante o dia e adoçado com açúcar, diminui a salivação, mancha restaurações, além do açúcar alimentar as bactérias da cárie.

Sim. Nutrição e dieta são importantes áreas da Odontologia Preventiva para a mãe e o feto.

Um entendimento profundo das mudanças de necessidades nutricionais durante a gravidez e aleitamento é essencial para a boa saúde dental.

Na 5° semana de gestação já começam a se formar os primeiros dentinhos do bebê. Por isso, enquanto os futuros dentes do bebê estão se desenvolvendo são necessários Sais Minerais (principalmente cálcio e fósforo), Vitaminas (A, B, C, D) etc.

Os "fortificantes" estão numa alimentação balanceada, constituída por diferentes grupos de alimentos (carnes, frutas, legumes e verduras, cereais, leite e derivados). As avitaminoses podem comprometer o desenvolvimento normal dos dentes. Se houver necessidade de vitaminas, o ginecologista determinará a prescrição necessária.

Assim, a ingestão de uma dieta balanceada nutre mãe e filho, assegurando uma boa estrutura dental a seu filho.

A partir do 4° mês de gravidez também começa a desenvolver-se o paladar da criança. Vários estudos têm demonstração que a dieta da mãe influencia a formação do paladar do bebê. Portanto, se nesta fase você comer muito açúcar, provavelmente seu filho gostará muito de doce. A gestante deve ter alteração especial para a freqüência de ingestão de doces.

Comendo menos doce entre as refeições a futura mamãe estará evitando, em sua boca a cárie e as doenças da gengiva.

Se você agir assim, poderá levar bactérias para a boquinha do seu filho. A cárie, assim como outras doenças, desenvolvem-se a partir de bactérias presentes na boca. Pensando nisso, torna-se muito importante que a futura mamãe cuide de sua saúde antes do parto, contribuindo para diminuir o risco de transmissão de várias doenças ao bebê.

Mas qual a relação entre a saúde bucal da mãe e do filho?

O bebê quando nasce tem a boquinha estéril, ou seja, sem nenhuma bactéria. E de onde vêm as bactérias que irão contaminar a criança? Recentes pesquisas indicam claramente que as bactérias bucais são transmitidas pelos pais para o bebê durante os atos freqüentes de acalentar, beijar e brincar. É certo que não há contra-indicações para estes atos de amor e carinho, mas assegurar a saúde bucal de seu bebê é se preocupar também com a boa higiene oral dos pais.

O açúcar (sacarose) é o principal causador da cárie dentária, um mal que todo mundo conhece. Introduza o açúcar o mais tarde possível na dieta do bebê. Lembre de que o açúcar não é a única, nem a mais importante fonte de energia para o bebê. As células do organismo humano extraem energia, principalmente, a partir da glicose. A glicose está presente em alta concentração em diversos ingredientes dos alimentos "não adoçados" usados tradicionalmente pelo bebê como, por exemplo: papinhas, mingaus e mamadeiras.

Procure consumir alimentos com açúcar somente durante as três grandes refeições e nunca entre elas. Limite o número de exposições dos seus dentes aos alimentos açucarados.

Observe um intervalo nunca inferior a três horas entre as exposições de seus dentes "alimentos açucarados".

Não use alimentos com açúcar nas últimas horas da noite.

Em crianças acostumadas ao uso freqüente de "alimentos adoçados" (balas, jujubas, toffees, caramelos etc.), reduza gradativamente o número de ingestões.

Estabeleça uma escala de risco. Comece substituindo os alimentos mais "perigosos" (cariogênicos), isto é, os açucarados, pegajosos e aderentes.

Proponha trocas atraentes, usando pipoca e amendoim salgados, chicletes e pastilhas adoçadas com substitutos do açúcar (aspartame, xilitol, sorbitol e outros).

Atue contra o consumo vicioso de açúcar do tipo: beber refrigerante quando está com sede e comer pedaços de bolo quando está com fome.
Após o uso de alimentos adoçados, termine a refeição comendo um pedaço de queijo. Certas substâncias presentes no queijo neutralizam os ácidos formados, a partir do açúcar pelas bactérias da boca.

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